Só de imaginar um cão e um gato juntos, você já prevê confusão, não é mesmo?

Esse post é para você que têm um gatinho e quer um cachorro, e vice-versa, ou já têm os dois, porém não consegue fazer com que eles tenham afinidade ou pelo menos convivam em paz.

Especialistas sugerem que entre 2 e 4 meses de idade a adaptação aconteça mais facilmente, evitando as possíveis “tretas” entre cães e gatos.

Ué, e porque eles não se entendem, afinal?

A comunicação é bem diferente. Começando pelo “querer marcar o território”, um instinto demonstrado de diversas formas entre as duas espécies. E para mostrar que se é “dono” do espaço, eles usam uma expressão corporal parecida, entretanto, isso não significa que queiram dizer a mesma coisa. Quando o cão levanta o rabo e coloca as orelhas para frente, ele demonstra dominância e, muitas vezes, até uma certa agressividade. Já o felino ergue o rabo para expressar sua boa intenção e vontade de brincar.

Ou seja, a confusão pode se instaurar quando um animal estranho se aproxima, isso porque é normal que o outro se sinta ameaçado. Sabendo disso, elaboramos algumas dicas para te mostrar o que é importante na hora de estimular seu gato e cachorro a serem amigos ou, no mínimo, poderem viver em harmonia.

Então, como fazer para que os pets não se briguem como cão e gato?

A primeira dica é sobre a apresentação entre felinos e caninos, devendo acontecer lentamente. Sendo que você precisa supervisionar diretamente no início, e além disso, não pode se ter pressa para que a adaptação aconteça. Quanto mais confiança você passar com suas atitudes nesse período, mais fácil será. Já que os animais (especialmente os gatos, segundo estudos (fonte) ) podem sentir quando seus donos estão tensos.

Não vá chegar em casa com o novo cachorro achando que é só colocar um na frente do outro e esperar que eles se cumprimentem. Apresente-os gradualmente e não force a situação. A segunda dica é entrar com o novo pet nos braços e manter ele em um cômodo fechado. No início, eles vão se acostumar a ouvir os sons e o cheiro um do outro. Quando você colocar um na frente do outro, deve manter os dois na mesma altura de olhares e é preciso supervisionar. No entanto, tenha mais paciência e mantê-los afastados por um tempo maior, caso você perceba que eles ainda não estão prontos.

Tratar os dois da mesma forma é a terceira dica relevante. Tudo bem se o novo mascote for o centro das atenções, mas o seu pet mais antigo talvez se sinta ameaçado por perder o seu carinho e isso pode prejudicar a convivência.

Lembre de que ambos precisam ter o próprio espaço. A quarta dica mostra que mesmo sendo mais prático manter um mesmo local de sono e alimentação, é uma péssima ideia! Os dois devem se sentir especiais com um espaço próprio, evitando brigas.

Até que você se sinta seguro e possa confiar na convivência amigável entre seus animaizinhos, não saia de casa deixando eles em contato um com o outro. A quinta dica é para a hora de sair. Pense nos ambientes que seu gato e seu cachorro podem circular e não permita que os dois tenham acesso um ao outro, uma vez que, nesse caso, podem ocorrer algumas desavenças que comprometam a segurança deles sem sua presença.

Quando você menos imaginar, vai perceber os dois brincando ou até mesmo dormindo abraçados! Porque ao contrário do que se pensa, essa adaptação pode sim ser tranquila. O segredo é o dono saber o que fazer nas diversas situações que essa aproximação pode causar.

Agora, se você ainda não se considera um dono de pet com experiência ou tem receio de não conseguir mediar essa adaptação, busque a orientação de um profissional. A amizade entre caninos e felinos é completamente possível e saudável. O que falta é aquele empurrãozinho. E olha, grandes amizades surgem assim!

Conte com a Nofaro na hora de escolher a melhor forma de cuidar dos seus pets. Conheça aqui os planos que tanto os cães quanto os gatos vão adorar.