Além de outras espécies de animais, tanto os nossos amigos caninos quanto os felinos podem ficar depressivos. No caso dos cães, a depressão pode surgir por inúmeros motivos. Seja por mudanças na rotina, doença física, chegada de um novo membro à família, maus tratos (o que inclui desde pessoas que os enxotam às que os maltratam severamente em adestramentos), por saudades do dono, pela morte ou perda de outro animal que era seu companheiro, por estar recebendo menos atenção/passeando menos ou inúmeros outros motivos, quando ela surge se manifesta em forma de sintomas importantes que devem ser notados pelos seus tutores.

As características apresentadas pelos cãezinhos são muito parecidas com as apresentadas por nós, seres humanos. Perda de apetite, olhar tristonho, apatia, isolamento, intolerância ao toque e mastigar as próprias patas ou partes do corpo (como fazemos ao roer as unhas) são apenas alguns dos sintomas manifestados.

Por possuir inúmeras causas, o tratamento irá variar de acordo com a razão responsável pelo estado depressivo do seu pet.  Primeiramente, é necessário levar o peludinho a um bom veterinário que conheça bem os sintomas dessa doença e o comportamento da sua espécie, auxiliando-o a descobrir se a causa é emocional ou advinda de problemas fisiológicos. Após isso, o tratamento pode variar com mudanças na rotina, novas brincadeiras ou mesmo medicações para melhorar o estado de ânimo do doguinho.

É importante salientar, também, que atenção, amor e cuidado devem ser dados todos os dias ao seu bichinho, principalmente se ele é o único da casa. Colocar-se no lugar dele, adicionando seu afeto e atenção ao tratamento prescrito pelo especialista, com certeza fará com que ele se cure e com que o resultado do tratamento venha muito mais rápido. Só não vale esquecer dele ou relaxar no carinho depois que ele ficar bem!